Qual é o Ritmo certo para tocar na Igreja?

“Mas existe ritmo certo para adorar a Deus?”
“Posso ouvir samba gospel?”
“O rap é de Deus?”
Eita que esse assunto é complicado, mas vamos que vamos.


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Hoje vamos falar sobre um assunto que muito tem incomodado, e tem causado polemicas na igreja moderna, vamos falar de ritmos que cabem ou não na igreja, e complicado falar sobre isso, mas ai vai o que eu penso sobre isso:
Não que Deus tenha mudado, mas os tempos mudaram, e adoração a Deus não se resume somente a louvor, somente a música, é tudo um conjunto de ações, a musica obviamente é uma delas, nessa linha de pensamento se verdadeiramente o nosso louvor esta direcionado a Deus, não vejo o porquê introduzir ritmos diferentes, se a essência e o foco não mudam, eu entendo o posicionamento de algumas pessoas que são contra a alguns determinados tipos de ritmos para igreja não funciona, talvez por se tratar de tradicionalismo e respeito a doutrina da igreja, e ai os lideres de louvor tem que parar para analisar, se sentar com o pastor e discutir o a doutrina que a igreja segue, cada congregação tem o seu regimento interno e temos que respeitar isso, se não caímos em desobediência, mas se a congregação tem abertura para determinados tipos de música por que não explorar, esse assunto envolve questões culturais, regionais, dom, espirituais e por ai vai.

Eu por exemplo sou muito eclética gosto de tudo: música clássica, sertanejo, rock, as letinhas, rock, pop, soul (minha favorita) e por ai vai, mas me atento mais as letras, se a letra do louvor te faz refletir sobre sua vida com Deus, se ela te impulsiona a mudar pra ficar mais perto de Deus porque não se jogar na adoração?

Concordo que numa Santa Ceia tocar Oficina G3 (aquelas bem pesadas) não convém, faz parte do discernimento como cristão, tudo tem seu momento, num culto de jovens, por exemplo, é quase impossível chamar atenção com ”moda de viola”, num evangelismo podemos explorar a diversidade musical?
Eu creio em um Deus estrategista, porque não poderia usar um pagodeiro para atrair “ovelhas pagodeiras” rsrsrsrsrs
E se isso realmente incomodar a relação desse individuo com Deus, ele mesmo vai chamar pra uma conversinha, se Espirito Santo não nos convencer dos nossos erros, ninguém mais convence…
Infelizmente perdi alguns amigos músicos para o “mundo” porque não podiam explorar seus conhecimentos na igreja, não digo isso de maneira secular, mas encaixado a na adoração, e ai a gente vai perdendo.

Enfim, não vejo problema algum na diversificação de ritmos desde que seja direcionado única e exclusivamente a Deus. Concordo com a escritora Carol Cymbala quando diz:

– “Deus aceita o nosso louvor quando este é feito com sinceridade de coração, quando o que é entoado pela nossa boca modifica o pensamento, faz a alma se achegar mais ao Pai, transforma o ambiente em um pedaço do céu, nos remete à eternidade”. “Esse é o louvor que é aceito pelo Senhor, seja em que ritmo for.” Carol Cymbala

“Tudo me é permitido”, mas nem tudo convém. “Tudo me é permitido”, mas eu não deixarei que nada domine. ( 1Cor 6:12 )

“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (1Co 10.31).

E outra coisinha, é Deus que conhece os nossos corações, vamos deixar os julgamentos pra Ele. 😉

Beijocas e até +

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